Cehop realiza palestra sobre software múltiplo aplicado à Plataforma BIM

Cehop realiza palestra sobre software múltiplo aplicado à Plataforma BIM

Visualizar o interior de uma obra com todas os detalhes das paredes, lajes, piso, telhados, portas, janelas e até móveis, ainda na fase de elaboração do projeto, essas e outras facilidades estarão ao alcance de arquitetos, urbanistas, designers, engenheiros, planejadores e projetistas com apenas um click em um programa especializado.

Dando prosseguimento ao ciclo de atividades para o aprimoramento dos servidores públicos voltados a área da construção da civil, o Governo de Sergipe, por meio da Companhia Estadual de Habitação e Obras Públicas (Cehop), realizou uma palestra sobre o software ArchiCAD.

Desenvolvido por uma companhia húngara, o software disponibiliza soluções para lidar com todos os aspectos comuns de estética e engenharia durante todo o processo de design dos ambientes a serem construídos (edifícios, interiores, áreas urbanas) entre outros, o que assegura a exatidão na elaboração dos projetos e o fim de erros e problemas no decorrer da execução da obra.

Elaborado em 2D e 3D, o ArchiCAD agrega uma ampla gama de aplicações, entre elas, o 2D CAD, 3D Modeling, Renderização, Editoração eletrônica e Gestão de documentos, que possibilita a simplificação durante o planejamento e elaboração dos projetos, resultando assim na assertividade e gerando uma economia final nos custos de uma obra em torno de 20% ou até mais que isso, o que representa um ganho significativo para as obras públicas.

De acordo com o palestrante, Diego Rabello Vargas, com a implantação do software, os projetos terão mais tempo de decisão e menos tempo de execução. “O ArchiCAD possui três elementos chaves: Interatividade, Interoperabilidade e Perfomance. Juntas, elas oferecem uma série de facilidades no planejamento de projetos e tem se mostrado fundamental no processo de implantação da Plataforma BIM nas áreas e engenharia e de arquitetura, possibilitando economia nos custos e exatidão da obra executada”, afirma.

Para o engenheiro eletricista da Cehop, Fábio Dantas, o uso do software em conjunto com a plataforma Bim trará ganhos consideráveis para as obras. “O sistema permite que todos os projetos estejam compatibilizados em um único programa. Isso facilita demais a elaboração, pois muitos problemas que são detectados somente durante a execução da obra, são facilmente evitados. Com isso, as incompatibilidades são previamente descobertas, ganha-se muito tempo na execução e economia para os cofres públicos, uma vez que muitas obras estarão livres de aditivos”, avalia.  

 

 

 

 

 

 

 


 

Governo realiza palestra sobre novas tecnologias de pavimentação

Método mecanicista utilizado em outros países prevê durabilidade de estradas em no mínimo 15 ano

Visando capacitar os profissionais de engenharia civil e arquitetura de alguns dos seus órgãos, o Governo de Sergipe por meio da Companhia Estadual de Habitação e Obras Públicas (Cehop), realizou uma palestra sobre novos métodos de pavimentação.

Proferida pelo Professor Dr. em Engenharia Civil da Universidade Federal de Sergipe (UFS), Fernando Silva Albuquerque, a palestra ‘Método Mecanicista para projeto de pavimentação: impacto na cadeia produtiva’, foi apresentada a engenheiros civis, arquitetos, projetistas, orçamentistas e técnicos em edificações da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Urbano e Sustentabilidade (Sedurbs), do Departamento Estadual de Infraestrutura Rodoviária de Sergipe (DER) e da Cehop, que tiveram a oportunidade de conhecer esse tipo de procedimento bastante utilizado no exterior, mais executado timidamente no Brasil.

Segundo Fernando Silva Albuquerque, o conceito apresentado durante a palestra se adéqua à atual realidade. “O tráfego de hoje nas rodovias é completamente diferente do de 20, 30 anos atrás, e, faz-se necessário que a vida útil das pavimentações sejam prolongadas, pois, normalmente o tempo de duração das estradas brasileiras é de no máximo 10 anos,  prazo este não compatível com a quantidade e deslocamento de veículos que trafegam por elas”, explica.

O Professor Dr. acrescenta que a implantação do método possui diversas condicionantes. “Apesar de causar um impacto na cadeia produtiva, uma vez que a adoção do método mecanicista afeta os custos dos serviços aplicados, já que o valor da obra dependerá do prazo de durabilidade projetada por seus contratantes. Por outro lado, os gastos com manutenção e recuperação serão diminuídos, tendo em vista a eficiência desse tipo de serviço, cujo tempo mínimo de durabilidade é de 15 anos e o máximo de 35, e que é muito utilizado nos Estados Unidos”, detalha.

Aprimoramento  

Para a técnica em edificações da Cehop, Jaiane Ramos Almeida Santos, palestras dessa natureza são cruciais para o exercício das atividades dos profissionais da área. ”É importante que estejamos sempre atualizados com tudo o que é apresentado ao mercado. Além da vasta experiência e da didática de fácil compreensão, o professor nos apresentou temas até então desconhecidos por alguns profissionais, a exemplo de novas tecnologias de frenagem (restauração de asfalto) e método perpétuo, que é quando o concreto aplicado na pavimentação pode durar até 75 anos. Essas informações são fundamentais para o nosso aprimoramento”, ressalta.

De acordo com o Diretor Técnico da Cehop, Howard Alves Lima, a realização dessas palestras é uma maneira de trazer as novidades do mercado para os profissionais. “O Governo do Estado está sempre capacitando seus servidores a fim de que os serviços prestados estejam sempre aprimorados. Periodicamente trazemos profissionais que tratam sobre diversos temas relevantes para as áreas de engenharia civil e arquitetura. Com isso, o corpo técnico da Cehop, DER e Sedurbs ficam a par dos avanços, se reciclam e atualizam seus conhecimentos”, enfatiza.                  

 

 

 

 

 

 

 


Governo inicia segunda etapa de obras no Distrito Industrial de Simão Dias  

Serviços compreendem a implantação de 1,5 km de cercas em estacas pré-moldadas

Após executar pavimentação granítica em cinco vias no entorno de galpões, transportadoras e outras empresas de médio porte, o Governo de Sergipe por meio da Secretaria Estadual do Desenvolvimento Urbano e Sustentabilidade (Sedurbs), tendo a Companhia Estadual de Habitação e Obras Públicas (Cehop) como unidade executora, iniciou a segunda etapa de serviços de infraestrutura no Distrito Industrial de Simão Dias, a 100 km de Aracaju.

Tendo investimentos de R$ 2.241.194,00 provenientes de recursos estaduais, as obras de infraestrutura no Distrito Industrial que fica localizado às margens da Rodovia SE-170 é um atrativo para a instalação de novas empresas, bem como para o fomento da cadeia produtiva do estado.

Os serviços da segunda etapa correspondem à construção de 1.565 metros de cercas em estacas pré-moldadas com 2 metros de altura e 10 fios de arame farpado no entorno do terreno pertencente ao Governo do Estado, vizinho às ruas recém pavimentadas.

De acordo com o engenheiro fiscal da obra, João José Soares, os serviços completam as obras de infraestrutura do distrito. “Após o constante período de chuvas, esperamos um tempo para que o solo ficasse mais firme e começamos os trabalhos de cercamento do terreno. Nos próximos dias iniciaremos a implantação de 420 metros lineares do passeio em bloco sextavado nas duas últimas ruas do Distrito Industrial que foram pavimentadas”, explica.

Segundo o Diretor-Presidente da Cehop, Caetano de Almeida Quaranta Filho, a obra proporcionou inúmeros benefícios ao município. “Foram executados 11.400,45 metros de pavimentação granítica em cinco ruas, além da implantação de sistema de drenagem pluvial, passeio, sinalização horizontal e vertical e rampas de acessibilidade, que além de melhorar a trafegabilidade da área e a comodidade das empresas ali instaladas, possibilitarão o aumento de novos estabelecimentos, uma vez que agora o local oferece as condições de infraestrutura necessárias para a construção de imóveis comerciais, bem como para a expansão imobiliária”, afirma.  

     

 

 

 

 

 

 

 


Servidores da CEHOP elegem representante para o Conselho de Administração do órgão

Pleito contou com três candidatos, tendo a servidora Mariluce Lima Nascimento sido eleita pela maioria

Funcionários efetivos da Companhia Estadual de Habitação e Obras Públicas (Cehop) elegeram, nesta terça-feira, 20, um representante, entre três dos seus empregados, para ocupar a função de membro do Conselho de Administração do Órgão.

Realizada a cada dois anos, a escolha para a representação no Conselho de Administração da Cehop é facultada a todos os 217 servidores da companhia, que além do direito ao voto, também podem lançar candidatura e disputar a função de membro titular do Conselho.

Na eleição para o biênio 2019-2021, foram computados 187 votos válidos, sendo 03 brancos, 10 nulos, 25 para Francisco Sérgio Paz Menezes, 42 para José Raimundo Morais e 107 para Mariluce Lima Nascimento.

Após a apuração do pleito, será encaminhada uma lista tríplice para que o governador de Estado escolha um entre os três candidatos, que posteriormente tomará posse como membro no conselho.

Eleita pela maioria dos votantes, a servidora Mariluce Lima Nascimento se mostrou satisfeita com o resultado. “Agradeço a todos aqueles que honraram o voto à minha pessoa e, sendo escolhida pelo governador para ocupar a função de membro do conselho, firmo o compromisso em lutar pelos interesses dos 217 servidores e o fortalecimento da Cehop”, declarou.

 O conselho  

Criado em dezembro de 1976, o Conselho de Administração da Cehop é um órgão de deliberação colegiada e estratégica da empresa, que se reúne ordinariamente uma vez por mês e composto por sete membros, sendo seis deles de livre escolha do governador do estado e um eleito democraticamente pelos servidores do órgão.

 
 

 

 

 

 

 


Futura sede do Instituto Médico Legal ampliará a prestação de serviços

O novo Instituto Médico Legal possui conceito arrojado e propício para atender a demanda dos 75 municípios sergipanos

 

Projetado pelo Governo de Sergipe para assegurar maior prestabilidade e eficiência nos serviços periciais e garantir um atendimento humanizado às pessoas que procuram o órgão, os serviços da primeira etapa da futura sede do Instituto Médico Legal (IML) ganha novos contornos e se mantêm dentro do cronograma de execução estabelecido.

Edificada na Avenida J, no Povoado Taiçoca de Fora em Nossa Senhora do Socorro, nas proximidades do Presídio Feminino, a obra tem investimentos de R$10.494.091,20 oriundos do Programa de Apoio ao Investimento dos Estados (Proinveste), e está sendo executada pela Companhia Estadual de Habitação e Obras Públicas (CEHOP).

De acordo com o engenheiro civil e fiscal da obra, Ricardo Eanes, o andamento dos trabalhos é satisfatório. “No Bloco dos Mortos fizemos mais da metade do serviço de alvenaria da parte térrea e estamos executando a implantação da superestrutura (vigas e lajes). Já no Bloco dos Vivos, a alvenaria do piso térreo foi totalmente concluída e atualmente os profissionais trabalham na execução das vigas do primeiro piso”, explica.

O engenheiro acrescenta que nos próximos dias o ritmo da obra ficará mais célere. “As chuvas das últimas três semanas comprometeram o andamento dos serviços externos, mesmo assim concluímos a construção da subestação de energia, a rede de drenagem, a maior parte do estacionamento em paralelepípedo e metade da mureta do gradil que circundará a edificação. Estamos com um efetivo de 62 profissionais que terá um aumento de 25% na próxima semana, o que garantirá a aceleração dos trabalhos, cujo percentual corresponde a 50%”, revela.  

    

O novo IML

Tendo como referência algumas sedes de IML’s mais modernas do país, o projeto para o novo Instituto Médico Legal possui conceito arrojado e propício para atender a demanda dos 75 municípios sergipanos. Sua edificação possuirá 2.500,00 m² de área construída em um terreno de 17.400,00 m², sendo dividido em dois blocos: dos vivos e dos mortos, interligados por uma passarela elevada.

O primeiro bloco será composto por recepção, sala de necropsia, laboratório, sala médica, geladeiras, incinerador, ossário, sala de podres, vestiários, copa, lavanderia com dois ambientes de separação, dormitórios para funcionários e três velatórios. Já o segundo, contará com recepção, salas para sexólogo, assistente social, odontologia, raios-X, reuniões, arquivo informativo, copa, administração, secretaria, diretoria, coordenadoria, sanitários, além de quatro salas médicas e mais quatro salas de espera.

Além da subestação de energia, na área externa da nova sede será construída uma guarita, casa de lixo, e castelo d’água com reservatório superior cuja capacidade de 27.500 litros, e inferior com capacidade para 41.000 litros e duas lanchonetes. A pavimentação externa será em paralelepípedo, com estacionamento para 86 vagas (10 para pessoas com dificuldades de locomoção e 20 para idosos) e terá projeto paisagístico com grama plantada entre os blocos e mudas de plantas nativas, sistema de irrigação para as áreas gramadas e de tratamento de esgoto (DAFA/Filtro/Sumidouro).

Serviços ampliados

 

Com a nova sede, os serviços prestados terão suas atividades expandidas, uma vez que, para algumas áreas, a quantidade de equipamentos duplicará e em outras até triplicará. Um exemplo é o setor de necropsia, cuja sala atual comporta 28 corpos, e, futuramente, terá capacidade para 60. Outro setor que atualmente trabalha em estágio inicial, mas que terão os serviços ampliados é o de antropologia, pois, as futuras instalações permitirão melhores condições para isso (equipamentos, espaço físico e iluminação), e uma sala para dissecação de corpos.

 

Também fazem parte das futuras dependências, uma sala específica e preparada pra receber corpos em avançado estado de putrefação, a ampliação no número de consultórios para o atendimento aos vivos (exames de lesões corporais e de corpo de delito) e a implantação do serviço de assistência social.

Tendo o conhecimento técnico e específico de profissionais de diversas áreas da engenharia em toda a sua infraestrutura, a comodidade e a segurança são fatores cruciais na edificação. Será implantado sistema de proteção contra descargas atmosféricas (SPDA), rede de combate a incêndio com hidrantes, climatização, sistema de sonorização, comunicação visual com placas indicativas comuns e em Braille e de informação sobre os setores, além de acessibilidade para todos os ambientes, assegurando conforto e mobilidade não apenas para os profissionais, mas, sobretudo às pessoas que buscam pelos serviços da instituição em circunstâncias sensíveis das suas vidas.

Por: Alex Santiago

Fotos: Marcos Rodrigues

 


Alunos aprovam andamento das obras do Colégio Estadual Atheneu Sergipense

Estudantes do 1º e 2º ano foram com o diretor e os engenheiros até a obra para acompanhar o andamento da reforma e ampliação

A escola está incrível, eu não imaginava que estaria tão grande e espaçosa. Está ficando tudo maravilhoso e não tenho palavras para descrever o que estou vendo. Quero muito voltar logo para escola e compartilhar com meus amigos o quão maravilhoso está ficando esse lugar”, relatou a aluna do primeiro ano da escola estadual, Beatriz Lima Freitas ao visitar a obra.

Beatriz e mais dois amigos, foram selecionados para conhecer e compartilhar entre os colegas o andamento da obra do Colégio Atheneu Sergipense que está prestes a ser concluída. Realizada pelo Governo de Sergipe, por meio da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Urbano e Sustentabilidade (Sedurbs) e com execução da Companhia Estadual de Habitação e Obras Públicas (Cehop), o local, ao ser concluído, será uma das unidades escolares mais modernas do Brasil. Para tanto estão sendo investidos R$ 8.387.488,00.

Durante visita, o aluno Alisson Costa Santos, que estuda o segundo ano do ensino médio, disse que não esperava tantas coisas na escola.  “Visitamos sala de aula, sala da diretoria com câmeras de segurança que monitora toda a escola, quadra, sala de informática, os novos banheiros — que são ótimos –, auditório, refeitório. Achei muito bonito o colégio. É totalmente diferente, não consigo nem dizer o que mais gostei, porque gostei de tudo. É outra escola, com tudo de melhor”, vibra.

Já o estudante Alefer Johnson de Oliveira, de 15 anos, elegeu seu local favorito da escola. “Eu adorei a quadra, achei o máximo. Uma quadra aberta, grande, totalmente diferente. Poder ver a obra me deixou muito ansioso porque está tudo sendo feito com muito maior. As salas são bem grandes, espaçosas. Não vejo a hora de voltar a estudar nesse novo ambiente, pois é um estimulo a mais nos estudos”, completou.

A escola possui, atualmente, 960 alunos que estudam em período integral.  Para o diretor do Colégio Atheneu, Daniel Lemos, que gere a unidade há três anos, a obra corresponde às expectativas. “A maior parte da obra está concluída e isso nos traz muita alegria, pois tudo que foi planejado e sonhado esses anos, está sendo colocado em prática com tudo de mais moderno. Tudo está sendo feito com muito esmero, as instalações estão praticamente todas prontas”, constatou.

Enquanto a obra de reforma acontece, as turmas do colégio Atheneu estão realocadas nos prédios do colégio profissionalizante José Figueiredo Barreto e do Instituto de Educação Rui Barbosa (também conhecido como Escola Normal) e continuou com o ano letivo normal.

Andamento da obra

Os serviços estão com ritmo satisfatório, foi aumentado o número de efetivo de funcionários da obra, que subiu para 77, com o intuito de dar mais celeridade a essa reta final. Aumentou a quantidade de serventes, pedreiros e, assim, a obra evoluiu bastante. A maioria das salas já estão prontas, os corredores, a parte elétrica, enfim no início do segundo semestre deve está totalmente concluída”, explicou o diretor técnico da Cehop, Howard Alves Lima.

A reforma e modernização da unidade de ensino consiste na recuperação de partes da sua estrutura, revitalização do refeitório, construção do grêmio estudantil e sala de dança, revisão da cobertura, esquadrias de madeira, cobogós e grades de proteção, implantação de sistema de climatização de Ar Tipo VRF, recuperação dos WC’s para pessoas com deficiência, da estrutura metálica da quadra poliesportiva, pavimentação dos acessos e passeios em piso de concreto desempolado, pavimentação interna do prédio em piso de alta resistência e piso cerâmico e pintura geral interna e externa, substituição dos quadros verdes pelos quadros de fórmica brancos e algumas ampliações.

Foram reformadas todas as salas e laboratórios, e construídas as calçadas laterais externas. A obra conta, também, com o sistema de drenagem e rede de esgoto, sistema de refrigeração, instalação do sistema de proteção contra descargas atmosféricas (SPDA), monitoramento de segurança com 99 câmeras na sala da diretoria, instalações elétricas (postes, 350 luminárias em LED, 92 lâmpadas de emergência), e hidrossanitárias. As esquadrias e assentamos de todas as portas e janelas foram instaladas e estão sendo finalizados quatro quiosques na área externa e dois no pátio interno.

Acessibilidade

A acessibilidade é um fator de destaque na modernização do colégio, pois, assim que concluída, a instituição de ensino atenderá integralmente as novas normas técnicas exigidas em lei, uma vez que, além da recuperação das rampas de acesso e revitalização da rampa que liga o térreo aos demais pavimentos, foi construída uma nova rampa coberta que dá acesso ao refeitório; uma escada coberta de acesso aos pavimentos superiores; ampliada a rampa do acesso principal; construção de banheiros destinados às pessoas com mobilidade reduzida e implantação de elevador que atenderá aos dois pavimentos superiores; seis mapas em braile; aplicação de piso tátil, nova pavimentação interna em piso de alta resistência; catracas eletrônicas no acesso principal e, além disso, o auditório que ficava no segundo pavimento foi realocado para o térreo, sendo necessário a construção de uma nova cobertura em estrutura metálica. Com a ampliação de 214,14m², a área atual construída passará de 6.106,94m² para 6.854,50m², da área total que do colégio que é de 12.215,66m².


Em 53 anos CEHOP entrega mais de 50 mil moradias para sergipanos e melhora a infraestrutura de vários setores

E incentiva melhorias no turismo, cultura, esporte, saúde, educação e segurança pública em todo o estado

Gosto demais e não sairia daqui para morar em outro lugar de jeito nenhum. Aqui tem tudo próximo: colégios, farmácias, padarias, supermercados, posto médico, açougue. Além de tudo, criei vínculos com os meus vizinhos e é muito bom viver aqui”. Rosália Bezerra é categórica na declaração quando se refere ao lugar onde reside há quase 33 anos.

 Inscrita na última etapa para o sorteio de casas feito pelo Governo do Estado, no Conjunto Habitacional Jornalista Orlando Dantas, na Zona Sul de Aracaju, a dona de casa de 68 anos foi contemplada com a casa de número 326, na Rua A-9 e diz que a moradia foi o melhor presente que recebeu do poder público. “Morava de aluguel no Conjunto Eduardo Gomes, em São Cristóvão, e as coisas eram muito difíceis. Logo que ganhei a casa me mudei e foi a nossa sorte, pois, depois que viemos meu marido sofreu um sério problema neurológico, eu tive de me virar sozinha para chefiar a família e criar nossos 3 filhos e não sei como seria a nossa vida se não tivesse recebido essa casa. Fui pagando as prestações que eram muito abaixo do valor do aluguel, já quitei e hoje vivo muito feliz aqui”, afirma.

Assim como Dona Rosália, mais de 55 mil famílias sergipanas tiveram suas vidas modificadas para melhor com a aquisição da casa própria, dessas, quase 21 mil famílias foram beneficiadas só na capital, cujas obras foram executadas pela então Companhia de Habitação Popular de Sergipe (COHAB), que hoje é a Companhia Estadual de Habitação e Obras Públicas, Cehop.

Criada em 26 de abril de 1966, pelo então governador Sebastião Celso de Carvalho, com a finalidade de minimizar o déficit habitacional do Estado e proporcionar a realização do sonho da casa própria às diversas famílias sergipanas com baixa renda, a empresa tem um papel crucial na expansão de novas áreas urbanas na capital e no interior, uma vez que, com a construção dos conjuntos habitacionais em áreas, até então pouco habitadas, possibilitou o desenvolvimento urbano dessas regiões.

Habitação

Dividido em duas etapas, o primeiro conjunto a ser construído pela COHAB foi o Castelo Branco, na Zona Oeste de Aracaju, onde inicialmente 380 famílias foram contempladas e 420, pouco tempo depois. Posteriormente sucederam-se novos complexos em outras áreas, a exemplo do Dom Pedro, Lourival Baptista e Costa e Silva na Zona Oeste, Assis Chateaubriand (Bugio) na Zona Norte, Augusto Franco, Santa Tereza, Orlando Dantas e Leite Neto na Zona Sul, entre outros espalhados pela capital, totalizando 20.595 unidades residenciais.

Um dos primeiros moradores do Conjunto Leite Neto, na Zona Sul, Almir Pereira Federico Neto, 69 anos, relembra a transparência no processo do sorteio das casas. “Não houve discriminação com quem era de fora do estado. Sou baiano e morava aqui desde 1972. Fiz minha inscrição e participei do dia do sorteio juntamente com as outras pessoas. Tive a sorte em ser contemplado e, a partir daquele dia, do ano de 1978, a minha vida mudou completamente”, diz.

O corretor de imóveis, conta que a empresa foi visionária ao construir o conjunto na área até então não habitada. “O acesso mais próximo era a estrada que ficava na Avenida Tancredo Neves. Era tudo sítio e mangue, onde hoje é o shopping, antigamente era uma salineira. Para chegar até a região do centro e da rua da frente, atravessávamos o mangue de barco. Mas, tanto eu quanto a maioria dos moradores acreditávamos no lugar, e de 25 anos para cá, a região tornou-se nobre”, frisa.

Almir destaca a eficiência empregada na construção do conjunto e diz que não pretende mudar-se do local. “A casa era simples, sala, dois quartos, cozinha e banheiro, mas tinha um bom espaço para ampliação. O serviço de drenagem e saneamento foi muito bem feito e, mesmo que várias partes da cidade fiquem intransitáveis em períodos de chuva intensa, o máximo que teremos nas ruas do conjunto são pequenas poças d’água. Aqui morou minha mãe, minha irmã, minha esposa. Tive tristeza, mas, mais alegrias. Esse conjunto marcou e marca a minha vida. Aqui não tem comparação: vizinhança, variadas opções de comércio, é uma dádiva viver aqui! Todo mundo se conhece, tanto é que 60% dos moradores são os mesmos de quando o conjunto foi entregue. Não mudaria daqui de jeito nenhum”, revela.

Além das casas e apartamentos construídos na capital, a companhia também promoveu a expansão urbana em quase todo o Estado. No Território da Grande Aracaju, o desenvolvimento jamais seria o mesmo sem a construção dos conjuntos Eduardo Gomes e Rosa Elze (São Cristóvão), do Complexo Taiçoca: Conjunto Siri, Mutirão, Marcos Freire I e II e Fernando Collor (Nossa Senhora do Socorro) e Lafayete Coutinho e Prisco Viana (Barra dos Coqueiros), o que totaliza 22.162 unidades habitacionais.

O sonho da casa própria também chegou para 13.431 famílias de 40 cidades dos outros sete territórios sergipanos. De Tomar do Geru a Laranjeiras, de Boquim a Canindé de São Francisco, milhares de famílias cuja renda era mínima, conseguiram um lar para chamar de seu, o que, por conseguinte impulsionou o crescimento da maioria delas, a exemplo de Estância, Lagarto, Itabaiana e Simão Dias.

Transformação

Com o intuito de ampliar as ações e atender a uma faixa socioeconômica acima da prevista quando da sua fundação, que era atender apenas às famílias de baixa renda, a companhia passou a construir habitações populares especialmente para as famílias com renda de até três salários mínimos. Para isso, mudou a razão social e a partir de 10 de março de 1982 passou a chamar-se Companhia de Habitação de Sergipe.

 Os projetos habitacionais tiveram continuidade, porém, com a reforma administrativa feita pelo governo, em 09 de abril de 1991, a empresa intensificou ainda mais suas atividades e começou a desenvolver projetos arquitetônicos, urbanísticos e de engenharias de obras públicas, conservação e manutenção do patrimônio e do acervo público, realização de licitação e gerenciamento de contratos, transformando-se então na Companhia Estadual de Habitação e Obras Públicas (Cehop). 

A partir daí, a empresa passou a incorporar a execução de importantes obras públicas em todas as esferas (cultura, educação, esporte e lazer, saúde e segurança pública), atuando como um importante instrumento de gestão para o governo e levando o desenvolvimento e progresso a todo o Estado, uma vez que, com a construção dessas obras, milhares de empregos foram gerados, causando assim um impacto positivo para a economia. 

As diversas obras de infraestrutura não apenas modificaram alguns cenários no Estado, –  a Orla de Aracaju, considerada uma das mais belas e bem equipadas do Brasil, é um dos maiores exemplos, a segunda Rua 24 horas do país (atualmente Rua do Turista), construída no centro da capital. Mas também prédios públicos que proporcionaram uma melhor prestação de serviços à população, como os hospitais regionais de Estância, Lagarto e Propriá, a ampliação do Hospital de Urgência de Sergipe (HUSE) e a construção de diversas clínicas de saúde da família no interior. Na educação, as escolas profissionalizantes de Nossa Senhora das Dores, Nossa Senhora do Socorro e Umbaúba, o Colégio Estadual Dom Luciano Cabral Duarte, em Aracaju, e o novo Parque Tecnológico (Sergipetec). Na economia produtiva foram construídos o Platô de Neópolis e o Perímetro Irrigado Jacaré-Curituba; No esporte, a construção do Ginásio Esportivo de Simão Dias e do Ginásio Poliesportivo, em Itabaiana, e a reinauguração do estádio Presidente Médici, no mesmo município. Na segurança pública, as cadeias públicas, de Estância e Areia Branca, os complexos penitenciários em Aracaju e Areia Branca e delegacias em algumas cidades, além da unidade socioeducativa de internação masculina, em Nossa Senhora do Socorro. Na cultura, a Cehop entregou o Teatro Tobias Barreto, o Espaço Zé Peixe e o Largo da Gente Sergipana. Também construiu a área de lazer e urbanização da Avenida Euclides Figueiredo, no bairro Porto D’anta em Aracaju, entre outras dezenas de intervenções.

Além de construir edificações, a Cehop também se encarrega de preservar o patrimônio histórico e artístico sergipano. Foi por meio da companhia que importantes prédios públicos foram restaurados e devolvidos ao povo, transformando-se em atrações turísticas, porém, conservando-se as características originais em virtude de um minucioso trabalho de restauração.

O Palácio Olímpio Campos, o antigo Colégio Estadual Atheneuzinho, que se transformou no Museu da Gente Sergipana, os mercados Thales Ferraz e Antônio Franco, em Aracaju;  o Quarteirão dos Trapiches, a Igreja do Sagrado Coração de Jesus e mais quatro outros prédios, em Laranjeiras; a Praça São Francisco – que desde agosto de 2010 é Patrimônio Histórico da Humanidade -, bem como duas igrejas, três logradouros, 15 prédios públicos e elementos artísticos de alguns deles, além de imóveis privados, em São Cristóvão, ressaltam a preocupação da empresa em fortalecer a história desses locais e fomentar a ampliação do turismo. 

 Cehop e a valorização do servidor

Cumprindo um papel importante na realização de obras públicas e executando sua missão de colaborar com o desenvolvimento social, cultural e econômico, revitalizações e requalificações dos espaços públicos, a Cehop também é uma empresa que sabe valorizar seus colaboradores, fazendo com que cada um se sinta peça importante da companhia. Com 219 funcionários efetivos entre engenheiros, arquitetos, contadores além de outros profissionais administrativos, ela procura aperfeiçoar seu quadro de pessoal promovendo ações, cursos e treinamentos específicos, orgulhando assim seus servidores.

Há mais de quatro décadas trabalhando na empresa, a contadora Maria Virgínia Silva, só tem a agradecer. “A Cehop é muito importante na minha vida, porque desde que entrei aqui, há 41 anos, eu tive muitos conhecimentos profissionais. Passaram-se vários governos e todos eles preocupados em proporcionar uma boa visão para nós funcionários e ajudar ela a progredir. É uma empresa de respeito e que serve de exemplo e referência para o Estado, mesmo com todas as dificuldades que o país passa, estou muito satisfeita aqui”, declara.

Também servidor antigo, o engenheiro civil, José Silva, relata que, para ele, a empresa foi uma segunda faculdade.  “Entrei em 1982, com dois anos de formado. Tudo que aprendi foi aqui. Aprendi a fazer e analisar projeto, executar e fiscalizar obras, toda a minha vida profissional foi feita nessa instituição. A Cehop continua sendo uma referência no quesito obras, tanto é que vários estagiários de engenharia e arquitetura desejam estagiar aqui”, pontua.

O profissional ressalta a seriedade na atuação da companhia. “A Cehop continua mantendo a mesma base de qualificação e é uma empresa ilibada, o pessoal da CGU, CGE, TCU elogia o nosso trabalho. E um fator importante é que a maioria dos diretores-presidentes são técnicos, engenheiros civis, pessoas que realmente entendem de obras e isso é crucial para o bom andamento das obras públicas”, afirma.

Funcionário de carreira da companhia desde 1988, o atual diretor-presidente, Caetano de Almeida Quaranta Filho, diz que a CEHOP tornou-se a grande responsável por guardar, cuidar e regar o sonho de todos os sergipanos. “Falar da CEHOP é falar da minha vida, da própria história contemporânea de Sergipe, das milhares de habitações construídas, sinônimo da preocupação com o direito à moradia dos nossos cidadãos e das inúmeras obras vitais já realizadas, visando o desenvolvimento do nosso Estado”, ressalta.

 Segundo ele, a existência da empresa é a garantia de um futuro com qualidade de vida para os sergipanos. “O quadro de funcionários, sempre abnegados, é a prova de que a CEHOP não só deixou seu nome marcado no passado, como também será componente inexorável do porvir, através da sua missão, atuando sempre de forma responsável e de braços dados com toda a população sergipana, por meio das tão importantes obras já executas e em andamento, marcadas pelo alto padrão característico ao longo dos anos. Acredito e desejo, de coração, que esses sejam tão somente os primeiros 53 anos de uma quantidade infindável de anos que comporão a história dessa empresa que sempre estará guardada não somente no meu, mas no coração e de todos os sergipanos”, frisa.

Adaptando-se às mudanças tecnológicas, a Cehop tornou-se referência e já foi premiada nacionalmente pela criação do software Orse. Desenvolvido há 15 anos pela companhia, o Sistema Estadual de Registro de Preços para Obras e Serviços de Engenharia, cuja finalidade é disponibilizar acesso fácil e rápido das informações para a comunidade científica, empresarial, técnica e órgãos de controle, é utilizado em todo o país, servindo de parâmetro para secretarias de obras e no ramo da construção civil, sendo ainda tema de debates em diversos cursos de arquitetura, urbanismo e engenharia civil de todo país.         

No ano em que completa 53 anos de atuação, a Cehop se solidifica como um importante marco de desenvolvimento para o estado, com as suas grandes obras públicas que servem à população, e se projeta para o futuro, como símbolo de eficiência na contratação de projetos e execução de obras.

Para o Secretário da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Urbano e Sustentabilidade, Sedurbs, instituição à qual a Cehop é vinculada, Ubirajara Barreto, a companhia não mais possui o foco inicial, porém, continua atuando com a mesma agilidade no gerenciamento de obras no Estado. “No passado, a CEHOP teve uma importância fundamental para a amortização do déficit habitacional, com a construção de milhares de casas em todo o Estado. Essa realidade mudou de uns tempos para cá. Hoje é uma empresa de elaboração, confecção de termos de referência para contratação de projetos mais dificultosos, contratação e fiscalização de projetos através de convênios entre diversas secretarias e continuará voltada para o desenvolvimento dessas ações. E traçou um papel fundamental na construção da infraestrutura de todas as áreas do governo de Sergipe, deixando seu nome marcado na história do Estado”, enfatiza.

 


Novo IML deve ser entregue no segundo semestre deste ano

Instituição está sendo edificada em uma área de 17.500 m², possui projeto moderno e ampliará capacidade de atendimento

A fim de tornar mais eficiente a realização de perícias e liberação de corpos, ampliar a prestação dos serviços para os 75 municípios sergipanos e, ainda, oferecer conforto e condições de trabalho mais adequadas para o desenvolvimento das atividades aos profissionais da área, o Governo de Sergipe, por meio da Companhia Estadual de Habitação e Obras Públicas (CEHOP), dá prosseguimento às obras da nova sede do Instituto Médico Legal (IML).

Localizada na Avenida J, no Povoado Taiçoca de Fora, em Nossa Senhora do Socorro, nas proximidades do Presídio Feminino, a aproximadamente 15 km de Aracaju, a intervenção recebe investimentos de R$10.494.091,20 do Programa de Apoio ao Investimento dos Estados (Proinveste) e seu projeto tomou como referência os IML’s mais modernos do Brasil, atendendo as normas de segurança e saúde e que resultará em um edifício moderno que envolve o conhecimento técnico de profissionais de diversas áreas da engenharia em toda a sua infraestrutura.

O andamento os serviços

De acordo com o engenheiro fiscal da obra, Ricardo Eanes dos Santos, os serviços se mantêm céleres. “Estamos com um efetivo de 42 profissionais em duas frentes de trabalhos. No Bloco dos Mortos, onde fica a necrópsia, já concluímos a alvenaria do pavimento térreo, todo o serviço de drenagem e boa parte do estacionamento. Já no Bloco dos Vivos, onde fica a parte administrativa e atendimento ao público, iniciamos a execução dos serviços de drenagem e da laje inferior”, detalha.

O engenheiro diz ainda que nas próximas semanas a obra terá novos contornos. “Assim que concluímos a instalação dos pilares e vigas e finalizarmos a alvenaria, ampliaremos o efetivo e faremos a laje dos dois blocos simultaneamente, fazendo com que o percentual que atualmente é de 40% tenha um aumento considerável e seja concluída dentro do prazo estabelecido”, explica.

O novo IML  

Projetada com um conceito contemporâneo condizente com a necessidade a que se destina, a nova sede do IML terá 2.500,00 m² de área construída em um terreno de 17.400,00 m², sendo dividido em dois blocos: dos vivos e dos mortos, além de dependências essenciais, todos interligados por uma passarela elevada. O primeiro será composto por recepção, sala de necrópsia, laboratório, sala médica, geladeiras, incinerador, ossário, sala de podres, vestiários, copa, lavanderia, dormitórios para funcionários e três velatórios. Já o segundo, contará com recepção, salas para sexólogo, assistente social, odontologia, raios-X, reuniões, arquivo informativo, copa, administração, secretaria, diretoria, coordenadoria, sanitários, além de quatro salas médicas e mais quatro de espera. Essa estrutura aumentará o número de salas, consultórios e dependências, ampliando a capacidade no atendimento e diminuindo a espera das pessoas que buscam a instituição em situações muito delicadas.

A parte de serviços básicos será composta por lavanderia, cujas dependências terão dois ambientes de separação, acabamento, casa de lixo, sanitários e castelo d’água com reservatório superior e capacidade de 27.500 litros e inferior com capacidade para 41.000 litros. A área externa terá pavimentação em bloco granítico, 86 vagas de estacionamento (10 para pessoas com dificuldades de locomoção e 20 para idosos) e sistema de irrigação para as áreas gramadas e de tratamento de esgoto (DAFA/Filtro/Sumidouro), duas guaritas e duas lanchonetes.

Na pavimentação interna e nas áreas de circulação serão aplicados pisos de alta resistência, revestimento cerâmico nas áreas molhadas, forro de gesso acartonado e cobertura em estrutura metálica e fibrocimento. Também serão instaladas rede de combate a incêndio com hidrantes, sistema de proteção contra descargas atmosféricas (SPDA), climatização, sistema de sonorização, comunicação visual com placas indicativas comuns eem Braille e de informação sobre os setores, bem como acessibilidade para todos os ambientes.

Para o Diretor-Presidente da CEHOP, a intervenção contribuirá de maneira significativa para os serviços a que se destina. “O futuro IML vem atender a um pleito antigo, já que infelizmente, a atual sede tornou-se pequena para o número de atendimentos no Estado. A obra vem sendo executada dentro do cronograma e até o final deste ano estará pronta, garantindo agilidade e eficiência nos serviços oferecidos e proporcionando um atendimento acolhedor às pessoas que dependem desse tipo de serviço em vida”, relata.


Cehop mais um ano é destaque em Índice de Qualidade da Gestão Orçamentária

O Governo do Estado, através da SEFAZ, desenvolve um programa de avaliação denominado IQGO- Índice composto por seis indicadores que avalia a qualidade na gestão, planejamento e execução do Orçamento de uma Secretaria/Órgão em um determinado ano. A partir dele, cada Unidade Orçamentária do Estado passa a ter parâmetros para melhorar a administração de seu orçamento.

A Cehop, a cada ano tem buscado esse aperfeiçoamento e melhoramento em sua gestão conquistando um bom índice de aprovação. Em 2018, alcançou a nota do IQGO de 8,24, onde os demais órgãos tiveram uma média de 6,65. Houve um desempenho maior em relação a 2017, quando a nota obtida foi de 7,88. O resultado apresentou-se acima da média dos órgãos, sendo considerado na escala de avaliação como Excelente.

 


Cehop realiza ciclo de palestras sobre novos métodos e ferramentas aplicados em obras públicas

O evento teve como objetivo disseminar para arquitetos, engenheiros, orçamentistas e projetistas as atuais tecnologias implantadas nas obras públicas  

Dando continuidade ao processo de capacitação e atualização dos seus colaboradores no tocante às novas metodologias implantadas e exigidas no serviço público, a Companhia Estadual de Habitação e Obras Públicas (Cehop) realizou, na manhã da sexta-feira, 05, um ciclo de palestras voltadas às novas ferramentas e tecnologias na elaboração de projetos e fiscalização de obras públicas.   

Apresentada aos colaboradores no último dia 22, através de uma explanação proferida pelo engenheiro eletricista, Maurício Arce Dantas, a Plataforma BIM (Modelagens e Informações da Construção), que é um conjunto com mais de 100 sistemas de informação, no qual se permite a criação digital de um ou mais modelos virtuais precisos de uma construção e que oferece suporte ao projeto ao longo de suas fases, permitindo uma melhor análise e controle do que os processos normalmente utilizados, foi o primeiro tema a ser abordado durante o ciclo.

Engenheiro de produção civil e servidor público do Governo do Estado de Santa Catarina, Rafael Fernandes Teixeira palestrou sobre a implantação da Plataforma BIM na elaboração de projetos de infraestrutura naquele estado. Segundo ele, o planejamento no setor público é crucial não apenas para a economia financeira, mas também pela agilidade na execução e fiscalização das obras. “Uma das metas da aplicação do conjunto de sistemas é obter ganhos por uso, e isso é desenvolvido na compatibilização das disciplinas, extração de quantitativas, planejamento apoiado no modelo e no modelo de não projeto, sustentabilidade, operação e manutenção, integração dos modelos com todos os sistemas”, explica.

Rafael Teixeira citou, ainda, exemplos de obras em que a plataforma foi implantada. ”Definimos estudos de caso e aplicamos o conjunto de sistemas nos projetos do Instituto de Cardiologia, Fundação Catarinense de Educação Especial, Centro de Referência de Assistência Social – CRAS (a primeira já executada), Fundação Nova Vida, Casa de Acolhimento, Corpo de Bombeiros, na ampliação do Hemocentro, além de desenvolvermos um projeto para o Governo Federal, e, em todos os casos, conseguimos uma boa redução no número de aditivos, o que é uma economia bastante considerável para qualquer obra pública. E é esse um dos principais objetivos da Plataforma BIM: melhorar a engenharia e a arquitetura do Brasil”, pontuou.

Praticidade e novas exigências

Para o Diretor-Presidente da CEHOP, Caetano Quaranta, a ideia é que novos eventos similares aconteçam. “Essas palestras informativas e esclarecedoras são o pontapé para que o Governo do Estado, através da Sedurbs e seus órgãos veiculados, possam se adequar às novas exigências do mercado, apresentando e discutindo conhecimentos sobre essas tecnologias e de como vamos adequá-las ao nosso dia-a-dia”, ressaltou.

O engenheiro civil da Sedurbs, Bruno Oliveira, foi um dos participantes do evento e ressalta que a plataforma trará agilidade às obras, tornando mais fácil a vistoria dos projetos que serão executados. “O sistema é muito bom e importante para as áreas de engenharia e arquitetura, porque, a partir do uso dele, não dependeremos mais de papel. Assim, a viabilidade é mais prática, podendo ser acessado pelo celular, em qualquer lugar.  O sistema é integrado e servirá de forma facilitadora em todo o processo”, disse.

Durante o ciclo, foram ministradas palestras sobre o uso do Laser Scaner 3D, equipamento avançado e de última geração que realiza a captura da realidade e nível de pontos, utilizado pela Polícia Rodoviária Federal, Polícia Civil e que é uma ferramenta aliada à Plataforma Bim. Também aconteceu uma palestra sobre Realidade Virtual e como aplicá-la nos projetos de obras públicas.


Publicado em: 2019-04-11 09:17. Última atualização: 2020-10-09 09:32.